Lisboa
também não dorme.
(É insónia quando cheira a madrugada bêbeda.
É o silêncio da solidão apetecível escrito nas ruas desertas
da noite quase diurna.
É a arte no chão de calçada descalça que quem pisa ama.
A voz do fado bairrista e das guitarras tangentes.)
Mas sonha!
(É insónia quando cheira a madrugada bêbeda.
É o silêncio da solidão apetecível escrito nas ruas desertas
da noite quase diurna.
É a arte no chão de calçada descalça que quem pisa ama.
A voz do fado bairrista e das guitarras tangentes.)
Mas sonha!
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